SOCIOLOGIA & OPINIÃO / ANO 9

América do Sul, Brasil,
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Memória e esquecimento das ditaturas no Cone Sul: os desaparecidos políticos


Neste dia 11 de setembro, data marcada pelo golpe militar do general Augusto Pinochet (saiba mais) no Chile, em 1973, disponibilizamos um texto do professor Enrique Serra Padrós (saiba mais), do Departamento de História da UFRGS. Tais escritos problematizam algumas questões referentes aos períodos dePor Ramiro Furquim/Sul21 - Reproduzida do sítio http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2012/02/Por-Ramiro-Furquim-Sul21-1890.jpg autoritarismo no Cone Sul da América Latina. A publicação está na História em Revista, da UFPEL.

O presente artigo levanta algumas questões correspondentes às ditaduras cívico-militares de Segurança Nacional do Cone Sul latinoamericano caracterizadas, particularmente, pela aplicação de uma sistemática repressiva que pode ser identificada como terror de Estado. A história recente da região coloca frente a frente o binário memória – desmemória. Em detrimento do debate sobre os direitos humanos, da guerra suja, da tortura, do extermínio e dos desaparecimentos, a “história oficial” resultante, de forma geral, tentou justificar a atitude de indução da desmemória. Este é um conceito que pode expressar o esquecimento do pouco que se conhece sobre certos aspectos do período assim como o produto da não-informação sobre responsabilidades e crimes cometidos na lógica do terror de Estado. Em ambos os casos conformam-se, como decorrência, uma espécie de anestesiamento político e de amnésia demarcadoras de impunidade

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